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PROGRAMAÇÃO

25/09 – 17h30

A Mosca

(The fly)
1986. USA, 96 min
Direção: David Cronenberg
Roteiro: David Cronenberg e Charles Edward Pogue
Empresa Produtora: Brooksfilms
Elenco: Jeff Goldblum Geena Davis John Getz


Exibição em DVD
Distribuição: Fox

Seth Brundle é um excêntrico cientista que almeja criar um aparelho de teletransporte, composto por duas cabines ou teleports que transmitem materiais de um espaço para outro através de um processo de desintegração e reintegração dos objetos envolvidos na experiência. O artefato parece funciona bem, pelo menos até o momento em que o cientista resolve fazer experimentações com seres vivos, incluindo ele próprio. Tudo sob os olhos cada vez mais apavorados de sua namorada, uma jornalista especializada na divulgação de temas científicos. Esta famosa tragédia de David Cronenberg, recentemente transformada em ópera pelo mesmo autor, é a terceira versão de um filme clássico de horror: A mosca da cabeça branca, realizado por Kurt Neumann em 1958 e com ninguém menos que Vincent Price no elenco. A versão cronenberguiana introduz várias transformações no roteiro original, dando um tom visceral à trágica história de amor que flerta com as ambições desmedidas da engenharia genética e, também, com suas possíveis conseqüências fatais. O filme ganhou um Oscar pelos efeitos especiais e pela ótima maquiagem, conferindo grande visibilidade ao cineasta. Uma das qualidades mais elogiadas foi seu modo singular de abordar as monstruosidades que a racionalidade tecnocientífica pode produzir, numa época em que começavam a proliferar as visões apocalípticas sobre um futuro de corpos mutantes, contaminados por novos tipos de vírus, bactérias, tumores cancerígenos, radiações e outras ameaças aterrorizantes.

Seth Bundle is an eccentric scientist that seeks the creation of a teleportation device consisting of two cabins or teleports that transport matter from one place to another through a process of disintegration and reintegration of the objects involved in the experiment. The device seems to work well, at least until the moment when the scientist decides to experiment with living beings, including himself. All this happens under the increasingly frightened eyes of his girlfriend, a journalist specialized in the publishing of scientific matters. This famous tragedy by David Cronenberg, recently made an opera by the director himself, is the third version of a classic horror movie of the same name, directed by Kurt Newman in 1958 and with the great Vincent Price in the cast. Cronenberg’s version introduces several modifications on the original screenplay, providing a visceral tone to the tragic love story that touches the unbounded ambitions of genetic engineering and its possible deadly consequences. The movie received Academy awards for its special effects and its excellent makeup, drawing great attention to the director. One of the most praised aspects of the movie was its way of dealing with the monstrosities that techno-scientific rationality is able to produce in a time when apocalyptical visions of a future with mutant bodies, contamination by new viruses, bacteria, tumors, radiation and other frightening threats were starting to proliferate.

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