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PROGRAMAÇÃO

28/09 – 15h30

Rabid: enraivecida na fúria do sexo

(Rabid)
1977. Canadá., 91 min
Direção: David Cronenberg
Roteiro: David Cronenberg
Empresa Produtora: Canadian Film Development Corporation (CFDC)
Elenco: Marilyn Chambers Frank Moore Joe Silver


Exibição em 35mm
Distribuição e cópia: Lionsgate

Rose é a protagonista desta história, interpretada por uma ex-estrela de filmes pornô chamada Marilyn Chambers. Logo no início do enredo, a personagem sofre um acidente de motocicleta junto com seu namorado e, para sua sorte ou desgraça, o desastre acontece perto da clínica Keloid. A moça é submetida a uma cirurgia plástica de emergência pelo diretor dessa instituição médica, o Dr. Dan Keloid, que aproveita a intervenção para extrair alguns tecidos do corpo da paciente e transformá-los numa nova substância orgânica, “morfologicamente neutra”, capaz de assumir as características de qualquer outro tecido do corpo. Assim, após a cirurgia e com o intestino já recuperado, Rose descobre que sua única fonte de vida passou a ser o sangue humano, alimento que pode ser extraído dos corpos através de um tentáculo proveniente de sua própria axila. Como fruto dessa trágica transformação, a protagonista se converte numa espécie de vampiro, um ser dotado de uma fome libidinosa acompanhada por severos — e contagiantes — impulsos homicidas. Este filme se tornou um dos primeiros sucessos da carreira de David Cronenberg, e também foi alvo das polêmicas iniciais da sua trajetória, pois o diretor foi acusado de misógino pelas militantes feministas. Mas o cineasta canadense, que em seguida passou a ser considerado o progenitor de um novo gênero cinematográfico conhecido como “horror biológico”, defendeu esta sua “cria” de 1976 reivindicando uma outra sexualidade para a célebre mutante, com seu irresistível gosto por homens, mulheres, velhos, adultos e crianças.

Rose is the main character in this story, played by a former pornstar called Marilyn Chambers. Right in the beginning of the plot the character is in a motorcycle accident with her boyfriend and – for good or evil – the accident takes place close to the Keloid Clinic. The woman undergoes an emergency plastic surgery by the director of this medical institution, Dr. Dan Keloid, who takes advantage of this intervention to remove some of the patient’s body tissues to turn them into a new “morphologically neutral” organic substance capable of taking the form of any other tissue in the body. Then, after the surgery and recovered from the procedure, Rose finds out that her only source of life is now the human blood: food that can be extracted from other people’s bodies through a tentacle that comes out of her armpits. As a result of this tragic transformation, the main character becomes some sort of vampire, a being endowed with a lustful hunger and severe – and contagious – homicide impulses. This movie became one of David Cronenberg’s first hits and was also object of one of the first controversies in his career: the director was accused by feminists of being misogynous. Nevertheless the Canadian filmmaker became known as the father of a new movie genre called “biological horror”, and in his defence of his 1976 “offspring” he called for a different form of sexuality for the famous mutant - with her irresistible taste for men, women, adults as well as children.

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